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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Os estados físicos da água

A água pode ser encontrada em três estados físicos:

Os Estados Físicos da Água e o Ciclo da Água

                                                  A água
 É um líquido precioso e essencial a todos os seres vivos, ela é tão abundante no nosso planeta, que ocupa 7l% da sua superfície terrestre, ela é a fonte da vida. Por isso precisamos preservar esse bem tão precioso da humanidade,qualquer pessoa pode adotar hábitos que pode contribuir para a sua preservação.                         
                                      As fases da Água.
A água pode ser encontrada na natureza em três fases: sólida, líquida e gasosa.
A água pode mudar de uma fase para outra, ou seja, da fase sólida para fase líquida, da líquida para a gasosa, da gasosa para a líquida e líquida para a sólida. A essas mudanças damos o nome de mudanças de estados físicos da água. São elas: fusão, vaporização, condensação, solidificação e sublimação.
Fusão– É a passagem da água do estado sólido  para o estado líquido.
Solidificação– É a passagem da água do estado líquido para o estado sólido.
Vaporização– É a passagem da água do estado líquido para o estado gasoso.
Condensação– É a passagem da água do estado gasoso para o estado líquido.
Sublimação– É a passagem da água direta do estado gasoso para o estado sólido, sem passar pelo estado líquido.
Veja a ilustração abaixo com as mudanças de estados físicos da água.

 Fonte da imagem:http://www.colegioweb.com.br/ciencias-infantil/os-estados-fisicos-da-agua.html                                  
                                                     O ciclo da Água.
A constante circulação da água na natureza constitui o chamado ciclo da água ou ciclo hidrológico, que está relacionado ao conjunto das mudanças de lugar e de estado físico da água ao longo do tempo. Assim considerando-se todo o planeta, podemos descrever resumidamente as etapas desse ciclo:
1. Sob a ação dos ventos e dos raios solares, a água dos rios, lagos e oceanos evaporam e sobem para a atmosfera junto com o vapor da transpiração das plantas e animais. O vapor de água sobe e, ao encontrar as camadas mais frias da atmosfera, condensa-se e forma nuvens. As nuvens são compostas de uma grande quantidade de gotículas de água;
2. Quando as nuvens estão carregadas dessas gotículas água presente nas nuvens precipita-se sobre a superfície na forma de chuva, neve ou granizo (chuva de pedras);
3. Parte da água que cai no solo torna a evaporar. Outra parte escorre pela superfície, atingindo rios e mares. Certa quantidade de água se infiltra na terra e forma os lençóis de água subterrâneos. Estes, por sua vez, acabam abastecendo rios, mares, lagos e fontes, fechando assim o ciclo. Os seres vivos também participam do ciclo da água, pois os vegetais e os animais absorvem continuamente água do ambiente e a devolvem ao meio de diversas maneiras. Os vegetais e os animais a devolvem pela transpiração.
O ciclo da água é de fundamental importância para o nosso planeta, pois é graças a ele que temos as chuvas.

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Os tipos de água

Os diversos tipos de água

Ao contrário do que muita gente pensa, não existe apenas um tipo de água na natureza. Podemos encontrar na natureza águas de todo tipo: próprias e impróprias para o consumo, contaminadas, com propriedades terapêuticas, etc.

Principais tipos

- Água potável: destinada ao consumo humano por apresentar as condições ideais para a saúde. Pode ser tratada ou retirada de fontes naturais, desde que seja pura.

- Água salobra: é uma água de aparência turva. Possui grandes quantidades de sal ou outra substância dissolvida. Não pode ser consumida pelo ser humano. É muito encontrada em regiões de mangue (áreas alagadas próximas ao litoral).

- Água doce: é a água que encontramos em rios, lagos, riachos, etc. Possui baixa quantidade de minerais e algumas impurezas (caso esteja contaminada). É uma água de cor marrom, pois possui também grande quantidade de terra dissolvida. Para ser consumida precisa passar por processo de tratamento específico. Quando está limpa, costuma abrigar grandes quantidades de peixes. O Brasil é um país rico em água doce graças a grande quantidade de rios.

- Água salgada: é a conhecida água do mar. Possui grande quantidade de sais, principalmente o famoso sal de cozinha (cloreto de sódio). Não pode ser consumida pelo ser humano.

- Água contaminada: geralmente presente em rios e lagos que recebem esgotos ou resíduos industriais. Não pode ser consumida, pois apresenta microrganismos que transmitem doenças ou produtos químicos que prejudicam a saúde humana. Geralmente encontramos baixa existência de vida animal neste tipo de água.

- Água destilada: água com altas concentrações de hidrogênio e oxigênio. É produzida de forma artificial em indústrias pelo processo de destilação. Na natureza, ela se forma durante o processo de chuva. É uma água muito usada em baterias de automóveis ou como reagente industrial. Não pode ser consumida.

- Água mineral: água que possui grande quantidade de minerais oriundos da natureza. Algumas destas águas possuem propriedades terapêuticas. Alguns tipos de águas minerais são próprias para o consumo, tanto que são envasadas e vendidas por empresas.

-  Água poluída: é um tipo de água misturada com algum poluente. Neste caso, a água perde seu cheiro e cor natural, ficando imprópria para o consumo.
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Os processos de reprodução nas plantas





REPRODUÇÃO NAS PLANTAS


Como se reproduzem as plantas com flor?


As plantas com flor reproduzem-se por sementes, que resultam da reprodução sexuada que ocorre quando as células sexuais masculina e feminina se encontram, ou seja, quando o grão de polén, que contém a célula sexual masculina, entra em contacto com o óvulo, que contém a célula sexual feminina, dando-se assim a fecundação.



Órgãos reprodutores das plantas com flores


Os órgãos reprodutores masculinos das plantas com flores são os estames, compostos pela antera e pelo filete. É na antera que os grãos de polén são formados. Ao conjunto de estames de uma flor chama-se androceu.


Os órgãos reprodutores femininos das plantas com flores são os carpelos, formados pelo estigma, pelo estilete e pelo ovário. É no ovário que os óvulos são formados. Ao conjunto de carpelos de uma flor chama-se gineceu.


Classificação das flores consoante os órgãos reprodutores


flor masculina – se possui apenas órgãos reprodutores masculinos


flor feminina – se possui apenas órgãos reprodutores femininos


flor hermafrodita – se possui órgãos reprodutores masculinos e femininos




Como se formam as sementes?


Para as sementes se formarem existe uma série de processos que têm de ocorrer:


1. Polinização
2. Germinação do grão de polén
3. Fecundação
4. Frutificação


Polinização
Chama-se polinização ao transporte do grão de polén desde a antera até ao estigma de uma flor. Pode ser:

direta – se os grãos de polén de uma flor caem sobre o estigma da mesma flor ou da mesma planta;
cruzada – se os grãos de polén de uma flor caem sobre o estigma de uma flor de outra planta.


Na polinização cruzada existe um agente de polinização que é o responsável pelo transporte do grão de polén, tal como o vento, a água, os insetos, as aves ou o próprio ser humano (polinização artificial).


Germinação do grão de polén

O estigma possui uma substância pegajosa que aprisiona o grão de polén que aí germina formando um tubo polínico que se desenvolve e desce até ao ovário, fazendo assim chegar a célula sexual masculina até à célula sexual feminina.

Fecundação

À união das células sexuais masculina e feminina dá-se o nome de fecundação, que ocorre no ovário.

Frutificação

Após a fecundação a flor sofre várias transformações e dá origem ao fruto. O fruto é constituído pelo pericarpo e por uma ou várias sementes.

O pericarpo protege as sementes e é geralmente constituído pelo epicarpo, mesocarpo e endocarpo.


Os frutos podem ser carnudos ou secos, conforme se o pericarpo tem ou não substâncias de reserva e água.

Disseminação

As plantas precisam de espaço para se desenvolverem, por isso, as sementes não podem ser depositadas no mesmo local. As diferentes espécies recorrem a diferentes estratégias para espalhar as sementes, com a ajuda do vento, da água ou dos animais.

Ao transporte das sementes até ao local onde vão germinar chama-se disseminação.

Como é que uma semente origina uma nova planta?

Constituição das sementes

tegumento – película exterior
amêndoa – parte interna
o cotilédones – contêm substâncias nutritivas que permitirão à nova planta se desenvolver até começar a fazer o processo de fotossíntese
o embrião – ao germinar dará origem à nova planta
§ radícula – dará origem à raíz da nova planta
§ caulículo – dará origem ao caule da nova planta
§ gémulas – darão origem às folhas da nova planta


Condições necessárias à germinação da planta

A germinação é o processo pelo qual se forma uma nova planta a partir de uma semente. No entanto, para que a semente germine, são necessárias as seguintes condições:

• o embrião tem que estar completo
• os cotilédones têm que estar em bom estado
• as condições do meio (ar, humidade e temperatura) têm de ser adequadas

Como se reproduzem as plantas sem flor?

As plantas sem flor, como os musgos e os fetos, reproduzem-se por esporos.

Os esporos formam-se nos esporângios e ao germinarem dão origem a uma nova planta. Ao conjunto de esporângios dá-se o nome de soro.

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As partes constituintes de uma planta completa

As plantas com flor são constituídas por: RAIZ, CAULE, FOLHAS, FLORES e FRUTOS

Funções da Raiz:
ÆAbsorver a água com os sais minerais dissolvidos;
ÆFixar a planta ao meio onde vive;
Æ Acumular substâncias de reserva que lhes permitem sobreviver em condições ambientais desfavoráveis.

 Funções do Caule:
Æ Suportar os ramos, as folhas, as flores e os frutos;
Æ Transportar a água com os sais minerais (seiva bruta) e as substâncias fabricadas pela planta (seiva elaborada).
Æ Armazenar substâncias de reserva.

As gemas ou gomos são responsáveis pelo aparecimento dos ramos e das folhas;
 Funções da Folha:
Æ Captar a luz solar, essencial para que a planta fabrique a sua matéria orgânica (alimento)
Æ Realizar trocas gasosas com o meio ambiente;
Æ Permitem a transpiração;
As folhas completas têm LIMBO, PECÍOLO e BAINHA
 A flor é um órgão que desempenha na planta a função de reprodução. Uma flor completa é constituída por:
« Órgãos de Suporte: Pedúnculo e Receptáculo
« Órgãos de Protecção: Sépalas e Pétalas
« Órgãos de Reprodução: Estames e Carpelos
Androceu à parte reprodutora masculina constituída pelos estames.
Gineceu à parte reprodutora feminina constituída pelos carpelos.
Cálice à conjunto de sépalas                                                
Corola à conjunto de pétalas
Perianto à conjunto do cálice e da corola que protege os órgãos reprodutores da flor.
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A definição de plantas



Conceito de plantas




As plantas são seres orgânicos que vivem e crescem, mas que, ao contrário dos seres humanos ou dos animais, não se podem mudar de um lugar para outro de forma voluntária. As árvores, os arbustos, as hortaliças e outros vegetais fazem parte do conjunto das plantas, que são estudados pela botânica.
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A importância da classificação dos seres vivos


Importância da classificação dos seres vivos
Que seria de nós, quando vamos às compras, se os hipermercados não estivessem organizados por secções (frutos e legumes, congelados, roupa, papelaria,...)?



Vista de hipermercado




A nossa vida seria muito mais complicada! As coisas estariam todas misturadas: cebolas com latas de conserva, cuecas no meio do arroz e dos livros, brinquedos ao lado dos bifes de frango e dos guardanapos...
Sempre que quiséssemos comprar por exemplo laranjas teríamos que correr as prateleiras de todos armários do hipermercado!


Pois, mas o que é que isto tem a ver com as Ciências?

Existem na natureza tantas espécies diferentes de seres vivos que houve a necessidade, tal como nos hipermercados, de as agrupar de acordo com as suas semelhanças e/ou diferenças de modo facilitar o seu estudo. É claro que estas divisões em grupos existem somente nas nossas cabeças, elas não ocorrem de facto no mundo natural!



As primeiras classificações dos seres vivos foram realizadas pelos homens primitivos. Eles dividiram-nos em comestíveis e não comestíveis, perigosos e não perigosos, venenosos e não venenosos, de acordo com as suas necessidades de sobrevivência.






Com o evoluir do conhecimento novas formas de classificação foram surgindo. Actualmente, os cientistas utilizam um sistema que resulta da evolução de um anterior proposto por Lineu (século XVIII) . Este sistema baseia-se nas seguintes categorias sistemáticas:


- REINO
- FILO
- CLASSE
- ORDEM
- FAMÍLIA
- GÉNERO
- ESPÉCIE


Cada reino é subdividido em filos. Estes são formados por diferentes classes. As classes subdividem-se em ordens que, por sua vez, são constituídas por famílias. As famílias subdividem-se em géneros e estes em espécies.


A espécie constitui, portanto, a base do sistema de classificação. Por sua vez, o reino é o grupo sistemático que abrange maior número de seres vivos.


Parece-te confuso? Vais ver que não é assim tão difícil quando começares a utilizar na prática este sistema de classificação!
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A divisão dos seres vivos em cinco reinos


Divisão dos seres vivos em cinco reinos
Segundo a classificação dos seres vivos mais actual, proposta por Whittaker em meados do séc. XX, os seres vivos dividem-se em cinco reinos:






a) REINO DOS ANIMAIS - seres vivos pluricelulares geralmente com locomoção própria e que se alimentam de outros seres vivos.




b) REINO DAS PLANTAS - seres vivos pluricelulares sem locomoção. Têm clorofila e produzem o seu próprio alimento.



c) REINO DOS FUNGOS - seres vivos pluricelulares (às vezes unicelulares). Sem locomoção. Não têm clorofila e alimentam-se de matéria orgânica em decomposição (apodrecida) ou parasitam outros seres vivos.



d) REINO PROTISTA - Seres vivos geralmente unicelulares (alguns podem ser pluricelulares). As células têm núcleo núcleo individualizado. Este reino inclui protozoários e algas.



e) REINO MONERA - seres vivos unicelulares sem núcleo individualizado. O exemplo mais comum são as bactérias.






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A importância da água para os seres vivos


Importância da água para os seres vivos
A água é o principal componente dos seres vivos. O teu corpo, por exemplo, é constituído por cerca de 70% de água. Ela existe nas células e é o principal constituinte de vários líquidos orgânicos como o sangue. Nos animais, a maioria das funções vitais apenas se realiza na presença da água, esta pode também eliminar substâncias dos organismos e ajuda a regular a temperatura do corpo através da transpiração. As plantas, por outro lado, necessitam de água para fabricarem o seu alimento através da fotossíntese.




A água é o principal constituinte das células.



Os seres vivos libertam diariamente água para o exterior. Os animais através por exemplo da urina, das fezes, da transpiração e da respiração, e as plantas através da respiração e da transpiração.




Os animais perdem diariamente água por exemplo através da urina.

Para manter o nível de água constante, os animais ingerem-na directamente ou através dos alimentos que consomem e as plantas absorvem-na pelas suas raízes. Quando a quantidade de água no organismo diminui, o ser vivo pode ficar desidratado (com falta de água) pondo em risco a sua sobrevivência.



A água é essencial à vida.


Deixo-te, para terminar a lição, um pequeno vídeo sobre uma medusa, um organismo constiuído por cerca de 95% de água!!!

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A água: solução, soluto e solvente


A água como solvente
Podemos afirmar que praticamente não existe água pura no planeta, pois ela tem uma grande capacidade de dissolver as substâncias que vai encontrando no seu percurso quando circula na natureza.

Se deitares uma colher de sal ou açúcar num copo com água e mexeres bem, o sal e o açúcar desaparecem. Porquê?
Na realidade, nem o sal nem o açúcar desapareceram. Eles apenas deixam de se ver, porque as pequeníssimas partículas que os constituem ficam repartidas uniformemente pela água, obtendo-se, deste modo, água salgada e água açucarada. É por isso que o sal e o açúcar são solúveis na água.

Quando se junta uma substância à água e se obtém uma mistura em que não é possível distinguir a substância do líquido, diz-se que houve uma dissolução. Na dissolução estão envolvidos:



- o soluto ( substância que é dissolvida);

- o solvente (líquido que dissolve o soluto);

- a solução (resultado da mistura entre o solvente e o soluto, em que não se distingue um do outro).


Existem várias substâncias sólidas, líquidas e gasosas que se dissolvem na água, por isso diz-se que a água é um bom solvente. Por exemplo, a água dos oceanos e mares é salgada porque contém sais dissolvidos, sendo o mais abundante o sal que se utiliza na cozinha. A água doce tem também substâncias minerais dissolvidas como, por exemplo, o cálcio, o sódio, o bicarbonato, o magnésio e o flúor, provenientes das rochas por onde ela passa, tal como acontece com a água das nascentes.
Há, contudo substâncias que não se dissolvem na água, diz-se por essa razão que são insolúveis (na água). O azeite, por exemplo, é insolúvel na água.
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A água - sua distribuição na natureza


Distribuição da água na natureza
Cerca de três quartos do planeta estão cobertos por água constituindo a Hidrosfera. Porém, dessa água somente 1% reúne as condições necessárias para satisfazer as necessidades humanas.




Apenas 1% de toda a água é potável.

Na natureza, a água encontra-se nos três estados físicos da matéria: sólido (nos glaciares, na neve, no gelo, ...), líquido (nos oceanos, mares, rios, lagos, chuva, ...) e gasoso (no vapor de água que existe na atmosfera). É devido à energia solar que ela permanece em constante movimento cíclico - ciclo da água -, mudando constantemente de estado.




A água pode mudar de estado físico.

É muito curioso pensarmos que, embora em constante circulação, o volume total de água permanece mais ou menos constante no planeta: nem se cria, nem se perde!
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